Abel Arruda
Eu corria pelo corredor em direção ao quarto onde Isadora estava de tocaia.
O som dos passos dos mercenários ecoava pelo andar inferior da vila.
Ao me aproximar da porta, notei que ela estava levemente aberta.
O silêncio ali dentro era absoluto, mas a tensão no ar cortava como um estilete.
Parei por um milésimo de segundo. Isadora estava ao telefone.
Sua postura estava tensa, o corpo arqueado em um estado de alerta total.
— Vejo que está em maus lençóis, Isadora — a voz qu