Malik Anderson
O mundo não acabou quando abri a porta do meu escritório, mas parecia, porque, às vezes, não é preciso tudo desmoronar para você sentir que perdeu o controle de vez, basta um olhar e o dela estava diferente.
O jeito como Ayana me olhou não era só raiva ou decepção, era muito pior. Era uma quebra de confiança, e isso muitas vezes, não tem conserto. Eu vi isso do jeito que ela segurava a pasta, como se aquilo tivesse peso e como se estivesse queimando nas mãos dela, e talvez estive