Malik Anderson
Eu não dormi nem por um minuto. A casa estava silenciosa, mergulhada naquela calma artificial que só existe durante a madrugada, mas dentro da minha cabeça havia barulho demais para qualquer tipo de descanso. Eu estava deitado na cama, olhando para o teto escuro do quarto, enquanto a lembrança de Ayana voltava repetidamente. O jeito que ela tinha fechado os olhos, o leve tremor na respiração dela e a forma como o meu nome saiu dos lábios dela.
— Malik…
Meu corpo inteiro reagia só