Nunca apanhei calada

O calor em meu rosto me fez devolver o tapa com toda a força. Um tapa carregado por cada vez que Clara chorou pela mãe, do desespero de Daniel em cada dose de uísque.

Mas também com a força de tudo o que eu estava deixando de viver para respeitar o que Luciana nunca amou de verdade.

Quando os seguranças me tiraram de cima dela, a minha mão já estava inchada de tanto que despejei a minha raiva em cada golpe.

Me debati e fui colocada aos prantos dentro de uma viatura de polícia.

— ELA QUEM DEVERI
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