Mais tarde naquela noite, Nicolas subiu até o escritório. A lareira ainda ardia, lançando sombras dançantes pelas paredes de madeira escura. O som do vento batendo nas janelas trazia uma calma quase fúnebre.
Helena estava ali, sentada à mesa, analisando uma pilha de documentos. O abajur iluminava seu rosto sério e concentrado. Quando ouviu os passos do irmão, ela levantou os olhos.
— Estava te esperando — disse, fechando uma pasta.
Nicolas se aproximou e s