Mundo ficciónIniciar sesiónA manhã amanheceu calma e silenciosa na mansão. A luz dourada do sol atravessava as cortinas rendadas, pousando sobre o rosto de Charlotte, que despertou lentamente, sentindo o corpo ainda dolorido, mas a alma leve. Ao seu lado, Mark dormia profundamente, e no pequeno berço portátil, Edmund repousava tranquilo, o rostinho sereno e os dedinhos fechados sobre o cobertor.
Por um instante, Charlotte ficou apenas observando — o marido vivo, o filho seguro, o silêncio de um lar verdadeiro.






