Acordei com uma sensação estranha. Fiquei alguns segundos olhando para o teto, ouvindo o canto dos pássaros. Respirei fundo e me levantei.
Desci para o café ainda meio sonolenta. A cozinha já estava viva: Quitéria mexia panelas como se regesse uma orquestra invisível, e Mundico estava encostado na bancada, tomando café forte em uma caneca esmaltada.
— Bom dia, Marja — Quitéria disse, sem virar o rosto. — Dormiu bem?
— Dormi — respondi, mesmo sem ter certeza se era verdade.
Mundico levantou os o