Aquele domingo seria o último dia em que eu e Adriano ficaríamos na casa de praia. No dia seguinte voltaríamos para a fazenda. Estávamos terminando o café da manhã quando surgiu um carro que estacionou em frente à varanda.
Um homem branco de meia idade, de passos firmes e chapéu claro, desceu. Adriano se adiantou e foi até a escada. O homem era João Sales, também fazendeiro. Me cumprimentou rapidamente, mas logo se dirigiu a Adriano e eu percebi pelo modo de conversar que Adriano e ele eram vel