Parecia um maldito filme pornô, um daqueles que olhávamos e ríamos ao constatar o óbvio fingimento da atriz. Mas, no meu caso, realmente estava sentindo tudo, cada dedada dele, e isso me fazia querer extravasar.
Tinha certeza de que haviam me ouvido, mas eu não conseguia mais me policiar. Os movimentos dele eram rápidos e fortes demais, estava além do meu controle.
A mão pesada do loiro continuava a sacudir o meu sexo, torturando-me de forma prazerosa e cruel.
O safado sabia como tratar uma