— Agora, será que a gente pode conversar?
Se eu pudesse dizer “não”, teria dito.
— Eu estou ouvindo, senhor Trevellyan — disse, como se o sobrenome dele fosse magicamente tornar aquela conversa em algo formal.
O “formal” havia morrido naquela boate em que estivemos.
Ele riu, provavelmente achando graça da minha tentativa malsucedida de mudar o rumo daquela conversa.
O meu chefe fez um gesto com o dedo para que eu me aproximasse dele. E com um pouquinho de resistência, acabei acatando aquel