— Eu... eu tenho que dormir, senhor Trevellyan — respondi, tentando cortar o clima com o meu “senhor Trevellyan”. Mas, infelizmente, isso pareceu animá-lo ainda mais, o que me forçou a dizer: —
Como você mesmo me lembrou, já passa das quatro da manhã.
— Ah, qual é? Amanhã você está de folga, pode acordar a hora que quiser.
Se na boate eu estava em dúvida, agora eu tinha certeza absoluta: Don Trevellyan estava mesmo dando em cima de mim.
Eu não tive nem tempo de recusar outra vez, dizendo que