Mundo ficciónIniciar sesiónLuna
Helena estava lá. Ela não estava na cozinha ou supervisionando a limpeza; ela estava parada no hall, com as mãos cruzadas à frente do corpo e um semblante que eu nunca tinha visto em todos os meus meses de serviço. Era uma mistura de luto e prontidão militar.— Luna — ela disse, e o tom da sua voz, geralmente tão formal, carregava uma nota de proteção quase maternal. — Traga a menina. Vamos subir.Subimos as escadas em silêncio. Clara, alheia ao terror que me c






