NARRADORA
O silêncio no quarto do hospital Cedars-Sinai foi cortado pelo som síncrono de notificações em todos os celulares. Não era um alerta de notícias, mas uma mensagem direta de um número criptografado. Um link para um vídeo gravado há poucos minutos, vindo de uma sala de visitas da ala federal.
Alexandre segurou o telefone com as mãos enfaixadas. Sofia, Helena e Maya se aproximaram da cama. Marcos, na porta, manteve os olhos no visor, a expressão endurecendo a cada segundo.
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