LYRIC
— Como você pode dizer isso? — Bufei com descrença. — Eu tenho tratado seu filho. Você viu como sou boa.
— Eu vi você fazer pequenos truques e nem sei a origem do seu conhecimento.
— Pequenos truques? Eu fiz coisas que você ou ninguém mais conseguiu fazer em anos. Você não pode simplesmente zombar disso.
Os olhos dela ficaram mais frios. — Eu disse não! Esses são os padrões do TCH. Não fui eu quem os estabeleceu. Então, por que você não pega isso e vai embora?
Minhas mãos se fecharam em punhos. Como eu podia ser rejeitada tão facilmente?
Marta não era nada como a mulher que tinha me chamado ao jardim e falado de "paz". Agora, ela agia como se aquela noite nunca tivesse acontecido.
— Eu esperava que você me desse uma chance, pelo menos. — Insisti. — É irracional simplesmente me dispensar sem ver meu potencial. E você mais do que ninguém conhece meu potencial. Você sabe o que eu posso fazer.
Ela revirou os olhos e pegou outra pasta. — Por consideração ao nosso conhecimento,