O som do celular me arranca do sono,
irritante e persistente.
Abro os olhos devagar, ainda preso ao cansaço da noite… e por um segundo, tudo parece em ordem.
Até eu perceber.
O vazio.
Meu braço se move automaticamente, procurando ela.
Seu lado está vazio.
Na mesma hora, minha expressão fecha.
Pego o celular na mesa sem pressa, mas já irritado.
Stella.
Respiro fundo antes de atender… mas não atendo ainda.
Primeiro, eu olho.
Levanto da cama.
Ando pelo quarto.
Banheiro.
Closet.
Sala.
Cozinha.
Escr