Chego à festa e estaciono a moto, o ronco do motor morre junto com o peso da minha tensão. Tiro o capacete, jogando o cabelo para trás e avisto Giuseppe e Vincenzo à distância. Eles sorriem de lado, com aquela expressão de quando sabem de algo que não me contaram.
Giuseppe se aproxima primeiro com o braço estendido para o cumprimento firme.
— Matteo.
— Giuseppe.
Vincenzo, sempre com o cigarro na mão, me observa com um sorriso de canto, acendendo outro e estendendo para mim.
— Matteo… bom que re