A madrugada era tranquila e o quarto de Matteo estava mergulhado em uma penumbra acolhedora. O único som era o da respiração ritmada dos dois, entrelaçados sob os lençóis.
Aurora estava aninhada contra o peito dele, sua perna sobre a dele, como se não houvesse mais fronteiras entre seus corpos. Matteo segurava sua cintura com um toque possessivo, mesmo no sono, como se quisesse protegê-la até ali, naquele momento de completa vulnerabilidade.
O mundo parecia em paz.
Até que a porta do quarto se