POV Isadora Ferraz
A sala estava silenciosa, só quebrada pelo som ritmado e forte que preenchia o ar.
Tum-tum… tum-tum… tum-tum…
Meu bebê. Nosso bebê. Aquele som era a prova viva de que ele estava ali, crescendo, mesmo depois de tudo que eu passei. O médico sorria enquanto passava o transdutor pelo gel frio na minha barriga, e Dante, ao meu lado, segurava minha mão com firmeza. Seu polegar fazia pequenos círculos sobre minha pele, como se quisesse me lembrar que estava ali, que nada poderia me