POV Isadora Ferraz
Acordei com a sensação de que tinha alguém me olhando.
Não foi um barulho. Nem um sonho. Foi um calafrio na alma, um arrepio que atravessou minha nuca como um aviso silencioso.
O relógio piscava 02:47.
Levantei. Em silêncio. Fui até a porta do quarto. Trancada. Olhei embaixo... e havia algo ali. Uma sombra. Uma movimentação leve. Como se alguém tivesse acabado de se afastar. Abri a porta com a trava na mão. O corredor estava vazio. Mas o ar... estava errado. Carregado. Cheira