POV Isadora
O quarto do hotel estava envolto em uma penumbra suave, dourada pelas luzes da cidade que atravessavam a cortina entreaberta. O ruído distante do trânsito era como uma melodia abafada, que não conseguia romper a bolha de calma que Dante havia construído ao nosso redor.
Sofia dormia no berço portátil, entregue a sonhos inocentes, e eu me sentia como se estivesse flutuando entre a exaustão e algo que há muito não sentia: paz.
Ele estava sentado na poltrona, de camisa social aberta, o