POV Isadora
Dirigir nunca foi algo que me relaxasse, mas naquele dia o barulho do motor era quase um alívio. Cada segundo em silêncio me dava espaço para a raiva crescer, e a raiva me mantinha desperta. O celular no banco do passageiro vibrava sem parar: mensagens de Dante, chamadas perdidas.
Eu sabia que estava preocupando-o, mas não podia voltar. Não antes de olhar nos olhos do meu irmão e exigir a verdade.
Estacionei em frente ao hotel em que ele costumava ficar quando estava na cidade. Meu