(NARRATIVA DE JARED)
Eu estava parado com um pé apoiado no primeiro degrau da curta escadaria que levava à varanda da frente de Arielle. Parecia que a porta tinha batido bem na minha cara. E os vasos sanguíneos na minha pele pareciam dispostos a expor minha vergonha visivelmente. E, claro, só podia ser culpa dele.
Dwayne.
Eu tinha acabado de saber da existência dele há poucas horas, e ele já estava sendo um espinho na minha carne.
Virei nos calcanhares, fervendo de raiva, e marchei em direção a