Os Princípios do Amor

Os Princípios do AmorPT

Nayla Quill  Completo
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Resumen
Índice

Um delinquente juvenil que não acredita no amor verdadeiro. Um menino andrógeno e alegre, mas com um vazio no coração. Duas pessoas tão diferentes, mas, ao mesmo tempo, tão idênticas, vivendo a vida cotidiana um ao lado do outro. Formando uma provável paixão. Alguns dirão que é errado, mas um sentimento tão grande simplesmente não pode ser apagado. No amor e na guerra vale tudo e, para conseguir ser feliz, é preciso quebrar algumas regras.

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40 chapters
01
Ele acorda com o barulho do despertador.Seis da manhã de segunda-feira.Aquele som estridente do aparelho lhe enchia os ouvidos, o irritando profundamente por tê-lo acordado tão cedo.O relógio ainda tocou por mais alguns segundos, antes do rapaz de dezesseis anos esticar preguiçosamente a mão até o criado-mudo e o desligar. Mas, como estava desorientado e muito cansado, ele simplesmente socou o relógio com um grunhido frustrado, o derrubando no chão e o desligando. Provavelmente o quebrando também.Bufou.Sua cabeça doía, assim como seu corpo. Mas o que ele esperava? Depois de uma saída com os amigos para um bar local na noite passada, não era surpresa que estivesse naquele estado. Claro que foi divertido, afinal, ele era assim.Dante Martin
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02
– Não, fique tranquila – riu de novo – Quer geleia ou Leite Moça?– Os dois.– Serio?! Vai acabar ficando com dor de barriga desse jeito.– Não me culpe por fazerem tudo tão gostoso! Agora passa aí o leite condensado.Revirando os olhos, ele entrega o doce a morena de olhos castanhos.– Então? Pronto para a nova escola?– Não sei... Estou meio nervoso. E se eles me tratarem mal por causa da minha opção sexual? Ou por minha aparência?– Relaxa cara... Até parece que você vai sair contando pra todo mundo que é gay. Se perguntarem, não tem que responder se não quiser. Somente se você confiar na pessoa... E se alguém ficar de implicância com voc&ec
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03
– Sim. Eu adoro o jogo. Sempre jogo a noite depois da escola.– Que demais cara! Você joga outros jogos? Tipos desses online?– Jogo alguns, as vezes jogo Lengue Of Lengeds.– Legal. Me manda uma solicitação depois? Assim podemos jogar juntos – disse empolgado, parecendo muito feliz em encontrar outra pessoa que gostasse de jogos como si.– Com certeza. É difícil encontrar outra que goste de jogar LOL – ele olha para o professor, se certificando de que ele não estava olhando. Ele se vira um pouco para trás, para poder conversar melhor com Danilo – E o que mais gosta além de jogos? Gosta de animes?– Sim, adoro animes, mangás... Eu ouvi que você gosta de desenhar. Posso ver um desenho seu? Se não tiver problemas, é claro.<
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04
Ao meio dia e meio, depois das aulas, Abel acompanha seus dois novos amigos para o andar de baixo e esperar sua carona na frente do portão da escola. Laura e Danilo estavam ao seu lado, conversando normalmente, falando sobre como a escola funcionava, como eram os alunos e professores, e o que podia ou não fazer. Afinal, sendo um novato, o jovem Gonçalves tinha que ficar ciente das regras para que não irritasse a direção ou seus colegas.Seguir regras era essencial. E desde que se conhecia por gente, as regras foram feitas com um único propósito: garantir a ordem e controlar o caos, independentemente de qualquer coisa e sem exceção.Já era uma da tarde, quando então, o adolescente lembrou-se de algo importante.– Ah não!– O que foi? – perguntou Laura, surpresa.

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05
Teria de lidar com isso, mas, por hora, queria apenas relaxar.– E o que aconteceu de novo?– Nada de mais, entrou um aluno novo na escola.– Um aluno novo?– Sim, um tal de Abel... E eu acho que ele é gay.– Dante! – disse repreendendo o caçula – Não pode ficar julgando as pessoas assim. Tem ideia do quanto isso pode ser ofensivo?– Mas eu disse que só "Acho" que ele é gay. Ele tem cabelo tingido de duas cores diferentes, parece emo e tem cara de menina. Dá para se suspeitar um pouco, não acha?– Mesmo assim. E mesmo que ele fosse gay, qual o problema?– Nenhum. Não me importo com isso.– Acho bom. Saiba que somos livres para sermos quem desejamos ser, não importa nossas escolhas. Deve-se respeitar a todos Dante, isso é o mais importante – disse sábio.O ruivo reviro
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06
– MAS O QUE ESTÀ FAZENDO AQUI??!!Aquilo só podia ser algum tipo de piada doentia. Só podia!– D-Dante? Você é o irmão do amigo do Rodrigo?– Claro que sim – falou como se fosse obvio – Meu irmão falou que o Rodrigo tinha recomendado você para ser meu tutor e eu concordei.– E porque maldição você aceitou?! – fez a pergunta, consternado. Em resposta, só recebe um sorriso perverso do outro, o que fez um arrepio percorrer por sua espinha. Agora podia entender perfeitamente o motivo de Dante ter o observado na escola quase que o tempo todo, o porquê de ele parecer o analisar por inteiro. Dante não veio para a aula só por interesse em estudar ou fazer lição de casa.Mas sim um plano calculista para foder com s
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07
Ele, apesar de ir mal nas provas, não era nem um pouco burro. Ao contrário, ele era muito inteligente! Seu único problema era talvez encontrar alguma motivação para estudar, pois não via graça nisso e não via sentido a forma como os professores queriam empurrar a matéria goela baixo dos alunos, então não conseguia se concentrar direito. Mas isso não o tornava menos inteligente, e queria provar isso ao outro, que parecia subestima-lo um pouco. Achava isso irritante, o fato de as pessoas terem essa má impressão dele logo de cara, embora concordasse que parte da culpa era dele.Mas, ainda sim, acha isso um saco.O de cabelos bicolores parecia ser igual aos outros. E, com sua personalidade destrutiva, não demoraria para ele se cansar do ruivo e manda-lo embora.Era sempre assim.Dei
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08
Quando a refeição acabou, os dois rapazes voltaram para a sala.– Bom... – disse Abel – Acho que por hoje já está bom. Por que não aproveitamos e nos conhecemos melhor?– Tá me chamando pra um encontro? É isso? – disse brincado e rindo da cara de vergonha e raiva do menor.– Não idiota! Eu quis dizer....conversar e....– Hahahahaha! Eu sei bobo! Só estava brincando! – ele então se senta no sofá de novo, despretensioso como sempre – Começa você.– O que?– Me faça uma pergunta, eu respondo e depois eu te faço uma pergunta, e por aí vai. Entendeu o jogo?– Ah sim... Er... Pois bem, o que você gosta de fazer?– Gosto de futebol, vídeo games e de ir a festas. E você?– Eu gosto de desenhar, ler, escrever... E cozin
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09
Na volta para casa, Dante se perdia em pensamentos fantasiosos.Encostado a janelo do carro do irmão, estava a pensar nesse encontro de hoje com seu colega de classe tão peculiar. Esse tal de Abelardo Gonçalves era muito estranho, pensava ele. O garoto tinha toda aquela coragem e firmeza para repreende-lo e o chamar de vários nomes ruins, sem se intimidar com sua presença. E, ao mesmo tempo, ficava com vergonha ou raiva com muita facilidade, por causa de piadinhas bobas e provocações. O ruivo não negava por achar o outro extremamente fofo quando ficava com o rosto vermelho de vergonha."Parecia um moranguinho". Pensou com um sorriso."Mas o que?! De onde raios ele tirou esse pensamento?!Credo... Ele agora estava pensando que o outro era fofo? De onde tinha surgido isso?Mas, infelizmente, era verdade. E
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10
E bem quando Simon pensava sobre o padeiro atraente, o bendito entrava pela porta com seu enorme sorriso.– Bom dia meu amor!– Já disse para não me chamar assim!– Ah relaxa um pouco! Sabe que eu só estou te provocando um pouquinho. A propósito, trouxe mais uns pães e rocamboles pra você e Dante.– Você e esses seus doces... Daqui a pouco vai querer nos engordar com eles para depois nos cozinhar no forno, não é?– Sabe que você não resiste aos meus rocamboles de chocolate e framboesa, admita – os dois adultos riram daquilo e se sentaram no sofá. O loiro deixou a sua cesta em cima da mesa de centro e ambos pegaram um rocambole quentinho, provando com muito prazer.– Tem razão, não resisto – Simon s
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