O homem pressionou a faca contra o pescoço de Lavínia.Pietro apontou a arma para a cabeça dele, furioso.— Solta ela!O homem gargalhou e apertou a lâmina. Um fio de sangue escorreu pelo pescoço de Lavínia.— Atira, Pietro! Quero ver! Se eu morrer, ela morre comigo! Você vai sentir o que é perder a família!Lavínia empalideceu de dor. O suor frio escorria pelo rosto, mas ela cerrou os dentes e baixou o olhar, decidida a não demonstrar fraqueza.Pietro endureceu a expressão.— Solta ela. Diz o que você quer em troca.O homem abriu um sorriso arrogante.— Primeiro, vocês largam as armas. Depois, quero você de joelhos, implorando!Pietro apertou cada vez mais o cabo da arma. Por fim, abaixou o braço.— Está bem — respondeu, com a voz rouca.Lavínia ergueu os olhos, incrédula.Ele jogou a arma no chão, deu alguns passos e começou a se ajoelhar.Débora avançou.— Pietro, não faz isso!Ela disparou contra o homem, mas a bala passou de raspão pelo braço dele e atingiu a parede atrás.Enfure
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