Quando Emily chegou à loja, havia uma multidão de curiosos reunida na entrada.Ela abriu caminho entre as pessoas, viu a cena e ficou estupefata.Para atrair clientes, havia uma grande parede de vidro do chão ao teto voltada para a rua. Agora, o lugar estava uma bagunça. A fechadura tinha sido arrombada, a porta escancarada, objetos espalhados por toda parte — pedaços de cerâmica quebrada por todo o chão.— Emily!Mia, a balconista, veio correndo em sua direção assim que a viu, estendeu a mão e segurou seu braço, tremendo levemente. Estava visivelmente apavorada, os olhos vermelhos.Estava de folga hoje — havia planejado sair com as amigas. Na noite anterior, antes de dormir, lembrou-se de que havia esquecido seu documento de identidade na loja e voltou para buscá-lo. Jamais imaginou que encontraria aquilo.Emily deu um tapinha no ombro dela:— Tá bem. Eu estou aqui.— Com licença, a senhorita é a proprietária Emily Carter?A polícia já havia chegado e registrado a ocorrência. Ao vere
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