O vento soprava suavemente, e depois de alguns dias os danos à Zefrenu foram restaurados, Felon andava sozinho em meio a multidão de pessoas no mercado. Passando entre várias tendas, os comerciantes anunciavam suas mercadorias, desde de incensos, roupas, pergaminhos até alimentos. A vastidão dos moradores fazia os ouvidos de Felon zumbirem, mas ele tentava ignorar, pois era melhor do que se lembrar das revelações da Anciã. — “As estrelas contam histórias de que o Ouroboros está prestes a se partir, será você quem irá destruir.” — Foram as suas últimas palavras, e ainda ecoavam na cabeça de Felon como se acabassem de serem pronunciadas. — Ouroboros… — O jovem sussurrou. — A serpente que morde a própria cauda. — Ele fechou os olhos brevemente e pode visualizar em meio à brumas espessas duas silhuetas, uma garota e um garoto, estavam de costas um para outro, mas tentavam segurar as mãos um do outro, e ao fundo um sibilar incessante de uma serpente, quando Felon abriu os olhos novamente
Ler mais