Ponto de vista: PamelaLucas havia me fodido na noite anterior de todas as formas deliciosas que uma mulher merece ser fodida.Eu ainda sentia as marcas. Os dedos dele na minha cintura. Os dentes dele no meu ombro. A língua dele percorrendo minha coluna enquanto eu me agarrava ao travesseiro e pedia mais, mais, mais. Ele me fez gemer, gritar, implorar. Ele me fez gozar uma vez, duas, três — até eu perder a conta e me perder nele.Quando finalmente dormimos, o corpo colado, as pernas entrelaçadas, o coração batendo em sincronia, eu pensei: "É isso. É isso que eu sempre quis."A luz da manhã entrava pelas frestas da cortina do apartamento. O sol fraco, meio acinzentado, pintava o rosto de Lucas de tons dourados e suaves. Ele estava de bruços, o braço estendido sobre meu peito, a respiração calma. O lençol cobria apenas a parte de baixo do corpo. As costas largas, os ombros musculosos, a tatuagem minúscula na escapula — um barquinho de madeira, o mesmo que meu pai ensinou ele a fazer.El
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