Ponto de vista: Pamela
O restaurante Maní estava mais vazio do que da outra vez. Talvez fosse o dia da semana. Talvez fosse a hora. As luzes amareladas criavam sombras aconchegantes nos cantos. O cheiro de alecrim e carne assada flutuava no ar como um abraço.
Bruno já estava na mesa quando cheguei.
Ele se levantou. O terno azul-marinho estava impecável, a gravata bordô combinava com os olhos castanhos. O cabelo escuro, agora com mais fios grisalhos nas têmporas do que eu lembrava. Ele sorriu —