terno social, postura reta. Eu ainda tinha um trabalho a fazer. Sair daquele quarto, nem sei que hotel é esse ou como vim parar aqui direito, mas sabia... Não era coisa do Lukas, não mesmo. Desci até eles, o carro já estava esperando, Lukas estava lá, sempre em posição. Impecável como todos os robôs comandados do Aiden, incluindo a mim. Ele abriu a porta pra mim, entrei naquele carro, enchendo o Peito de ar e soltando, era como voltar pra uma jaula depois de momentos de liberdade. Uma gaiola de ouro e luxúria, mas ainda assim uma gaiola. Ao chegar no corredor da suíte presidencial, o ar ficou pesado. Hector estava parado em frente à porta do quarto do Aiden, a mandíbula tensa, parecendo um segurança que perdeu o posto e ele tinha perdido. O meu posto. — Nayla... ele murmurou quando passei, tentando segurar meu braço. — Não me toca! O ignorei como se ele fosse parte do papel de parede. Não havia mais nada a dizer para um homem que se vendia por fora.
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