CAPÍTULO 30

AIDEN

O telefone vibrou sobre a mesa de apoio pela décima vez.

O nome "Cássio Cupertini" brilhava na tela como um lembrete persistente da coleira que eu tentava arrebentar há anos.

Ignorei, mantendo meus olhos fixos em Nayla. Ela via a tela acender, via minha recusa, mas mantinha o rosto colado na janela, o silêncio dela sendo mais barulhento que o toque do celular.

Quando a insistência se tornou insustentável, bufei e me levantei bruscamente.

O ar na cabine estava rarefeito demais
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