Luna demorou a pegar no sono naquela noite. Quando enfim o sono veio, veio tardio e pesado, e Ethan, sem a menor pressa de tirá-la daquele descanso, desligou todos os alarmes, deixou os celulares no mudo, fechou um pouco as cortinas para segurar a claridade e a deixou dormir.Ele observou por alguns minutos o rosto de Luna relaxado no travesseiro, o cabelo espalhado, mas seus olhos eram puxados para os hematomas, lembrando-o do que ela tinha sofrido.Ele tomou banho, vestiu uma roupa qualquer e ligou para a recepção pedindo que entregassem o café da manhã para os dois no quarto. O restaurante já estaria encerrando em breve, e ele também não achava que ela gostaria de comer com todos. Um café tranquilo no quarto certamente seria melhor.Quando o carrinho chegou, Ethan montou uma mesa completa na pequena mesa existente no quarto, improvisando com o que tinha ali: pratos, talheres, uma jarra de suco, café, frutas, pães, ovos, panquecas, mel, e um pequeno buquê de flores que o hotel tinha
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