— Tá sendo uma noite incrível... De verdade. Me aproximei de novo, olhando seus olhos tão lindos... Meu lábio tão próximo do seu, nossa respiração se misturando. Eu só quis beijar ele, tanto... E fiz, devagar. Testando. Provocando. Ele parecia mais ansioso agora. Segurou meu rosto, aprofundou o beijo, e eu sorri quando senti a mudança. Ele fez o mesmo. Um sorriso pequeno, tão intensionado. — Tá… ele murmurou, se afastando com esforço. — Vamos sair daqui. Disse baixo. Prazeroso. Liguei o som. O carro arrancou. O vento frio entrou pela janela, a cidade passando diferente diante dos meus olhos. Tudo parecia novo. Os sentidos lentos. Dilatados. Que fizeram a sensação do meu corpo, parecer nada. Porque tinha tanto, mais tanto pra viver aqui. Fechei meus olhos, concentrando todos os meus controles pra não estragar aquilo. Não agora. No apartamento, o elevador subiu levando a gente junto, em seu carro. Assim que as portas abriram e ele estacionou, desligou o carro
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