Eu estava perdendo a razão.
Cada centímetro que entrava parecia queimar, me deixando pulsante e a porra do meu corpo querer explodir em prazer.
O som que ela soltava, aquele suspiro que morria na garganta toda vez que entrava com gosto, era o combustível que eu não precisava, mas que me consumia.
Eu não queria apenas aquela noite de sexo, eu queria marcá-la, queria que ela sentisse o peso de tudo o que eu vinha reprimindo.
Minhas mãos agiam com uma autoridade que eu não sabia que possuí