MARCY O beijo de André não pede permissão. Ele toma tudo de mim. Meu fôlego. Minha vida. Minha alma.É fome acumulada de vinte anos. Vinte anos de sonhos molhados, de dedos entre as pernas imaginando essa boca. Agora sua língua invade a minha com urgência bruta, quente, molhada, exigindo tudo. Suas mãos grandes descem pelas minhas costas, cravam na cintura e me puxam com força contra o corpo dele. Sinto o pau duro, grosso, latejando insistentemente contra minha barriga. Solto um gemido rouco dentro da boca dele, o desejo queimando como brasa.— Marcy… — A voz dele sai grave, quase um rosnado, vibrando contra meus já lábios inchados.— André… — consigo responder, arranhando sua nuca, puxando seu cabelo com desespero.Ele arranca minha blusa com um movimento impaciente. O tecido mal toca o chão e sua boca já está no meu pescoço, chupando forte, mordendo, marcando pele. Desce. Os dentes roçam minha clavícula enquanto as mãos grandes seguram meus seios, apertando, pesando, os polegares r
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