Entre um beijo e outro, crio coragem. Minhas mãos sobem até a barra da camisa de Liam, meus dedos tremem levemente quando a puxo para cima. Ele ajuda, levantando os braços, e quando a camisa some, meus olhos percorrem seu peitoral, o abdômen marcado, a pele quente sob a luz suave do quarto. Passo as mãos devagar por ele, sentindo a firmeza dos músculos sob meus dedos. Liam não se apressa, não avança — ele espera. Há algo profundamente íntimo nesse silêncio atento, nessa permissão mútua. É como se ele estivesse me dizendo, sem palavras, que o tempo é meu. Empurro-o de leve até que se deite na cama. Ele se deixa conduzir, os olhos presos aos meus, um sorriso contido no canto dos lábios. Inclino-me sobre ele e deposito um beijo em seu peito, depois outro, mais abaixo, seguindo um caminho lento, cuidadoso. Minha boca explora com delicadeza, e minhas mãos acompanham, como se quisessem memorizar cada detalhe. Sinto sua respiração mudar sob mim, mais profunda, mais presente. Ele fecha o
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