Na manhã seguinte, Hanna acordou no luxo macio do quarto de hóspedes, a porta destrancada a lembrando da "gentileza" de seus captores. Ela se sentia revigorada e estranhamente esperançosa.Malrik, silencioso e sombrio, bateu na porta e a guiou até uma sala de desjejum ensolarada, separada das áreas de segurança. A mesa estava posta com porcelana fina, frutas frescas, blinis e café forte. Aslan estava ali, vestindo uma camiseta casual preta, parecendo mais acessível do que nunca.— Bom dia, Hanna. Espero que tenha dormido bem — ele a cumprimentou, gesticulando para a cadeira à sua frente.— Bom dia, Aslan. Sim, muito bem. Obrigada — ela respondeu, sentindo-se estranhamente formal e aquecida pela sua atenção.Malrik permaneceu em silêncio ao lado da porta, seus olhos frios e pesados de aviso fixos em Hanna. Era uma vigilância implacável qu
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