Ivan andou para trás, não queria acordar a filha. Fechou a porta tão devagar que a madeira quase não tocou o batente. Correu para Sara.— Pequena acorda! Vem comigo, preciso te mostrar uma coisa.A senhora resmungou, se esticou com preguiça e antes de se dar conta do que estava acontecendo, o marido a pegou no colo.— Ivan me solta! Estou nua!— Está linda. Vem, é importante.Colocou a advogada no chão, gostava quando mesmo descalça ela andava nas pontas dos pés.Para ele, Sara era a mulher mais bonita do mundo.Tirou a camisa e vestiu nela.Sempre amou quando ela roubava suas roupas. Ficavam perfeitas nela, excitantes de uma forma que ele jamais saberia explicar.— Fica quietinha, as crianças estão dormindo, preciso que me diga o que vê, tá?— Crianças? Não era “Aquilo” até esses dias.— Acho que não, Pequena. Pode ser loucura, se for verdade vai ser uma puta loucura.Ivan abriu a porta devagar e puxou a esposa para dentro do quarto.— Me diz o que vê.Sara passou os olhos no quarto
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