Capítulo 154 Manuela Strondda — Abre mais… as pernas pra mim. A ordem saiu baixa, rouca, como se ele estivesse lutando contra o próprio corpo. Eu não pretendia abrir, mas o olhar de Hugo… Aquele olhar enlouquecido, escuro, fixo em mim como se eu fosse a única coisa real dentro daquele jato — aquilo valia qualquer risco. Ver Hugo Lindström sem controle, respirando pesado só por me olhar, era surreal demais para eu perder. Deslizei os calcanhares pelo lençol e abri devagar. Nada brusco. Nada fácil. Senti o ar frio tocar minha pele e, no mesmo instante, o corpo dele reagiu. O peito subiu forte, os ombros tensionaram. Ele se aproximou mais um pouco, o joelho tocando a beirada da cama. Quando puxou a calcinha agora pouco, senti o rosto esquentar. Uma vergonha breve, quase infantil, que durou menos de um segundo, porque o jeito que ele me olhou apagou qualquer desconforto. Mas agora a sensação é diferente. Sinto certo controle sobre ele. — Caralho… — ele murmurou, pass
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