YanaBrandon afundava os dedos até a minha entrada, quase me penetrando, e os trazia de volta para cima, banhando todo o meu clitóris com a minha própria lubrificação abundante. Comecei a rebolar contra a mão dele, buscando desesperadamente o ápice, e ele entendeu o recado, acelerando o ritmo com ainda mais afinco.— Rebola na minha mão e goza gostoso para mim, Yana — ele ordenou com a voz rouca. Com a outra mão, ele envolveu a nuca do meu pescoço, puxando-me para um beijo ardente, voraz e cheio de língua.Entreguei-me ao sabor dele, sentindo os dedos trabalharem lá embaixo com uma agilidade que me fez perder o chão.— Ahhh!Desgrudei minha boca da dele com um grito sufocado, cravando minhas unhas no tecido do paletó dele quando a onda do orgasmo me atingiu em cheio. Tremi dos pés à cabeça, revirando os olhos e apertando as pernas contra a mão dele enquanto as contrações involuntárias da minha boceta espremiam seus dedos. Quando a névoa começou a baixar, olhei para o rosto dele, que ex
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