— Ok, doutor... entendido. — murmurou Amara, encerrando a ligação com um sorriso amargo que mal alcançou os olhos.Ela sabia que não deveria ter pedido ajuda a ninguém ligado à família Riddel. Agora, qualquer chance de ir embora tinha se tornado ainda mais distante.Assim como o doutor previra, Pitter dormiu profundamente. O sono o dominou do amanhecer até o anoitecer, pesado, quase desesperado.Durante todo esse tempo, Pietro apareceu algumas vezes, silencioso como uma sombra. Ele só abria a porta, observava o irmão por alguns segundos e ia embora. Pelo menos teve o bom senso de trazer refeições para Amara — o suficiente para que ela não desmaiasse ali, presa, enquanto cuidava do “belo adormecido”.Quando a manhã seguinte chegou, Pitter finalmente despertou.Amara estava sentada no canto da cama, perdida em pensamentos, quando sentiu um leve movimento. Ela se virou devagar.— Você acordou... — disse, suave.Com os olhos ainda pesados, Pitter a observou. Havia confusão em seu olhar, co
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