“Algumas dores são demais para uma criança”
O quarto estava quase escuro, iluminado apenas pela luz pequena do abajur em formato de carrinho, que Noah insistia em manter acesa desde que aprendeu que o escuro podia guardar coisas invisíveis. Não monstros exatamente, ele já tinha crescido o suficiente para não acreditar neles, mas pensamentos que apareciam quando tudo ficava quieto.
Depois do jantar, os dois subiram as escadas sorrindo. Noah contou uma história que só tinha começo e prometia um f