“Às vezes, amar alguém significa carregar um segredo… mesmo que ele destrua você por dentro.”
O som do monitor cardíaco era baixo, constante… quase hipnótico. Mas, para Olivia, cada batida soava como um lembrete cruel de que Amélia ainda estava viva… e, ainda assim, ela podia perdê-la.
O quarto estava iluminado apenas pela luz fria que entrava pela janela, misturada ao brilho discreto dos aparelhos.
Amélia estava ali.
Pálida.
Frágil.
Silenciosa.
E, ainda assim… viva.
Olivia permaneceu parada po