A Vespera, a nave de Kael, cortava o vazio cósmico com uma elegância silenciosa, um ponto minúsculo de esperança em meio à vastidão infinita. Para Elara, cada janela era uma tela viva, exibindo constelações que ela só havia estudado em livros, nebulosas que pareciam pinceladas de tinta cósmica. A sensação de estar ali, flutuando entre as estrelas, era a realização de um sonho de infância, mas também a materialização de uma responsabilidade imensa. Ao seu lado, João, com sua curiosidade insaciáv