O dia do ritual de procriação amanheceu em Xylos Prime com uma quietude tensa, um silêncio que precedia a tempestade. O Templo da Procriação, banhado pela luz suave dos cristais, irradiava uma energia ancestral, um convite à vida que contrastava com a melancolia do planeta moribundo. Elara, com sua mente e corpo preparados, sentia a magnitude do momento, a responsabilidade de carregar o destino de uma civilização em suas mãos. Ao seu lado, Kael, com sua postura imponente, mas seus olhos cheios