Mais tarde quando Thomas me levou para casa, me sentei em minha cama com as mãos firmes segurando o celular. Meu coração batia rápido, minhas mãos suavam.
Depois de tanto pular o número acabei discando para o número de
Nicole.
O telefone chamou duas vezes antes de alguém atender.
— Olá! — ouvi uma voz infantil que eu conhecia, Nicholas.
— Olá! — tentou de novo. Queria atravessar a linha telefônica e abraçá-lo. Meus olhos estavam cheios de lágrimas.
De repente o telefone foi tir