Mais uma vez acordei e quando desci ele está lá. Ele me olhou. No entanto pelo menos dessa vez não falou nada. Ele estava ferido, não parecia ser nada sério. Sinceramente? tanto faz, eu não me importava.
— Por que não me acompanha, Principessa?
— Só no dia da minha morte — disse, virando-me.
— Um dia você finalmente virá — ele disse como a voz embriagada.
— Um dia você desistirá. — Ergo a minha sobrancelha, desafiando.
— Sabe — ele disse, se levantando, — eu tento entender, o por