Olhei para Victor amarrado a cadeira, e meu mundo desabou. Seus olhos mal estavam abertos, ele aparentemente tinha apanhado muito e estava lutando para manter a postura. Vi que havia sangue escorrendo no chão e — Engolindo o sabor ácido que sobe na garganta, — percebo que há alguns dedos faltando, além de cortes no rosto.
Olhei para a mesa da sala de jantar. Aquela mesma mesa que eu tomava café da manhã, aquela que eu tinha a maior parte das minhas refeições. Vi sobre ela uma tesoura de cort