A viagem foi rápida, quando menos esperei já havíamos chegado na mansão.
- prontinho, minha senhora.
Kyle disse com deboche, eu o encarei sem muita astúcia e desci do carro. A mansão parecia escura, silenciosa. Eu sentia medo do que poderia estar me esperando do outro lado.
- quer que eu segure sua mão, para entrarmos?
- vai se ferrar. - ele riu e se aproximou.
- qual é, está com medo de Daikan?
- não fale comigo como se fosse meu amigo. - ele cruzou os braços.
- não, não sou seu amigo.