-Nolan,- a voz de Erika ecoou atrás do alfa, que se virou.
-Um momento,- disse ele para o telemóvel e concentrou-se no ómega, -Querida, dá-me algum espaço, estou a falar de negócios,- soprou-lhe um beijo e virou-se, de costas para o ómega novamente.
Ela nem sequer tremeu. Em vez disso, o seu olhar estava fixo no cruzador que era visível do outro lado das grandes janelas da estação. Um sorriso esboçou-se nos seus lábios antes de desaparecer novamente. Nolan desligou finalmente e encarou-a.
-Não