137- É meu filho.
Ane o viu parado em frente à loja, ele parecia estranho.
- O que foi? Ela o chamou.
Edgard disfarçou e continuou caminhando, ela percebeu que seu humor havia mudado.
- Nada, vamos? O garoto deve estar cansado e com fome. Ele disse.
- Podemos almoçar por aqui. Ane disse.
-Está bem, daqui vamos ao laboratório, preciso voltar a Berna tenho muito trabalho. Ele disse.
Edgard confiava em Ane, ela o ajudou muito quando ele chegou,sem poder andar, em Nova York.
No início ele não tinha menor pretensão d